Março

Vinte e oito de março.

Eu estou tentando te escrever, confesso. E escrevo isso é só para ver se algo a mais surge. Eu tenho mil frases que poderia colocar nesse texto, algumas histórias e algumas observações, mas não consigo escrevê-las.

Começar pelo começo é sempre uma boa ideia. Mas vou começar pelo meio da nossa história sem fim.

Sexta-feira. Um dia de rotina comum, levantei cedo e mesmo tentando não me atrasar, eu tive que correr para não perder o ônibus que já saía do terminal. Nas quartas e sextas eu tenho as piores aulas do semestre, se quiser anotar. Mas pela primeira vez, consegui sair antes do horário para ir ao estágio. Ok. Voltando do estágio, um frio na barriga.

Após dias tensos e tristes, eu ia te encontrar. Era um dia importante. Muito importante. Me arrumei com paciência e ao mesmo tempo me cobrando mais agilidade, não queria me atrasar para te ver ali. Cheguei. Ali estava, linda e iluminada. Fiquei com um sorriso bobo no rosto por uma hora, talvez. No meu peito, o coração acelerado. Era amor. É amor.

Te abracei e por mim, eu ficaria dentro do teu abraço, faria morada. Partilhar de um momento tão único na sua vida, me fez perceber, que quero partilhar a minha vida contigo. Passar as semanas tensas e tristes, mas chegar ao fim de mais um dia e encontrar conforto no teu abraço. Quero te aplaudir com um sorriso bobo no rosto pelo resto da minha vida.

 

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